

Nossa visão
Acreditamos que milhões de pessoas já sabem poupar, confiar e se organizar financeiramente em comunidade.
Queremos um futuro onde essas práticas tenham reconhecimento, estrutura e dignidade, ampliando a autonomia financeira sem recorrer a juros abusivos.
Nossa visão
Acreditamos que milhões de pessoas já sabem poupar, confiar e se organizar financeiramente em comunidade.
Queremos um futuro onde essas práticas tenham reconhecimento, estrutura e dignidade, ampliando a autonomia financeira sem recorrer a juros abusivos.
Nossa missão
Criar uma plataforma simples e acessível que organiza grupos de poupança rotativa já existentes
O panderoh traz mais clareza, transparência e registro para práticas baseadas em confiança. Sem substituir a comunidade. Sem intermediar o dinheiro.


Nossa missão
Criar uma plataforma simples e acessível que organiza grupos de poupança rotativa já existentes
O panderoh traz mais clareza, transparência e registro para práticas baseadas em confiança. Sem substituir a comunidade. Sem intermediar o dinheiro.










Por que fazemos isso
Milhões de pessoas seguem fora do sistema financeiro formal ou têm acesso apenas a crédito caro e injusto. Mesmo com histórico impecável em grupos informais, esse compromisso não é reconhecido quando surge uma emergência.
O panderoh existe para mudar essa lógica.
Por que fazemos isso
Milhões de pessoas seguem fora do sistema financeiro formal ou têm acesso apenas a crédito caro e injusto. Mesmo com histórico impecável em grupos informais, esse compromisso não é reconhecido quando surge uma emergência.
O panderoh existe para mudar essa lógica.
Como nasceu o panderoh
Como nasceu o panderoh



A ideia do panderoh nasceu de uma conversa simples, mas transformadora
Em 2024, uma conversa simples do dia a dia com alguém de confiança mudou tudo. Ela comentou que precisava de um adiantamento: estava passando por um mês apertado, ajudava financeiramente a família e, ao mesmo tempo, se preparava para uma viagem importante. Disse que no mês seguinte receberia uma quantia maior e conseguiria se reorganizar. A origem dessa quantia chamou a atenção: ela participava de uma rodinha, como são conhecidos os grupos informais de poupança em que pessoas contribuem mensalmente e, a cada ciclo, uma delas recebe o valor total.
No início, a reação foi de surpresa. Por que confiar valores importantes a um grupo sem contrato, sem banco e sem garantias formais? A resposta foi direta e reveladora: quando o dinheiro fica na conta ou em casa, ele desaparece rapidamente. No grupo, há compromisso. Há disciplina. Há apoio mútuo. E, acima de tudo, existe confiança.
Continuar lendo
Esses grupos eram formados principalmente por trabalhadoras informais que não recebem durante períodos de férias ou deslocamentos. A rodinha era a forma que encontraram de se forçar a poupar para momentos importantes, como visitar a família, enfrentar períodos sem renda ou realizar pequenos projetos pessoais.
Com o tempo, ficou claro que aquilo não era ingenuidade. Era uma solução simples, culturalmente enraizada e extremamente eficiente. Mas também ficou evidente uma fragilidade: tudo dependia apenas da palavra e da memória das pessoas.
Pouco depois, uma emergência mostrou o tamanho do problema. Mesmo com anos de participação impecável nesses grupos, sem nunca atrasar um pagamento, esse histórico não existia em lugar nenhum. Diante de uma necessidade urgente, a única alternativa disponível foi recorrer a crédito informal com juros abusivos.
Foi nesse ponto que o propósito do panderoh se consolidou.
O panderoh nasce para organizar, registrar e dar mais clareza a práticas de confiança que já existem há décadas. Sem substituir o vínculo comunitário. Sem intermediar o dinheiro. Apenas oferecendo estrutura, transparência e reconhecimento a quem sempre honrou seus compromissos.
Em 2024, uma conversa simples do dia a dia com alguém de confiança mudou tudo. Ela comentou que precisava de um adiantamento: estava passando por um mês apertado, ajudava financeiramente a família e, ao mesmo tempo, se preparava para uma viagem importante. Disse que no mês seguinte receberia uma quantia maior e conseguiria se reorganizar. A origem dessa quantia chamou a atenção: ela participava de uma rodinha, como são conhecidos os grupos informais de poupança em que pessoas contribuem mensalmente e, a cada ciclo, uma delas recebe o valor total.
No início, a reação foi de surpresa. Por que confiar valores importantes a um grupo sem contrato, sem banco e sem garantias formais? A resposta foi direta e reveladora: quando o dinheiro fica na conta ou em casa, ele desaparece rapidamente. No grupo, há compromisso. Há disciplina. Há apoio mútuo. E, acima de tudo, existe confiança.
Continuar lendo
Esses grupos eram formados principalmente por trabalhadoras informais que não recebem durante períodos de férias ou deslocamentos. A rodinha era a forma que encontraram de se forçar a poupar para momentos importantes, como visitar a família, enfrentar períodos sem renda ou realizar pequenos projetos pessoais.
Com o tempo, ficou claro que aquilo não era ingenuidade. Era uma solução simples, culturalmente enraizada e extremamente eficiente. Mas também ficou evidente uma fragilidade: tudo dependia apenas da palavra e da memória das pessoas.
Pouco depois, uma emergência mostrou o tamanho do problema. Mesmo com anos de participação impecável nesses grupos, sem nunca atrasar um pagamento, esse histórico não existia em lugar nenhum. Diante de uma necessidade urgente, a única alternativa disponível foi recorrer a crédito informal com juros abusivos.
Foi nesse ponto que o propósito do panderoh se consolidou.
O panderoh nasce para organizar, registrar e dar mais clareza a práticas de confiança que já existem há décadas. Sem substituir o vínculo comunitário. Sem intermediar o dinheiro. Apenas oferecendo estrutura, transparência e reconhecimento a quem sempre honrou seus compromissos.
Porque confiança já existe.
O que faltava era um lugar seguro para ela valer mais.
A ideia do panderoh nasceu de uma conversa simples, mas transformadora
Em 2024, uma conversa simples do dia a dia com alguém de confiança mudou tudo. Ela comentou que precisava de um adiantamento: estava passando por um mês apertado, ajudava financeiramente a família e, ao mesmo tempo, se preparava para uma viagem importante. Disse que no mês seguinte receberia uma quantia maior e conseguiria se reorganizar. A origem dessa quantia chamou a atenção: ela participava de uma rodinha, como são conhecidos os grupos informais de poupança em que pessoas contribuem mensalmente e, a cada ciclo, uma delas recebe o valor total.
No início, a reação foi de surpresa. Por que confiar valores importantes a um grupo sem contrato, sem banco e sem garantias formais? A resposta foi direta e reveladora: quando o dinheiro fica na conta ou em casa, ele desaparece rapidamente. No grupo, há compromisso. Há disciplina. Há apoio mútuo. E, acima de tudo, existe confiança.
Continuar lendo
Esses grupos eram formados principalmente por trabalhadoras informais que não recebem durante períodos de férias ou deslocamentos. A rodinha era a forma que encontraram de se forçar a poupar para momentos importantes, como visitar a família, enfrentar períodos sem renda ou realizar pequenos projetos pessoais.
Com o tempo, ficou claro que aquilo não era ingenuidade. Era uma solução simples, culturalmente enraizada e extremamente eficiente. Mas também ficou evidente uma fragilidade: tudo dependia apenas da palavra e da memória das pessoas.
Pouco depois, uma emergência mostrou o tamanho do problema. Mesmo com anos de participação impecável nesses grupos, sem nunca atrasar um pagamento, esse histórico não existia em lugar nenhum. Diante de uma necessidade urgente, a única alternativa disponível foi recorrer a crédito informal com juros abusivos.
Foi nesse ponto que o propósito do panderoh se consolidou.
O panderoh nasce para organizar, registrar e dar mais clareza a práticas de confiança que já existem há décadas. Sem substituir o vínculo comunitário. Sem intermediar o dinheiro. Apenas oferecendo estrutura, transparência e reconhecimento a quem sempre honrou seus compromissos.
Porque confiança já existe.
O que faltava era um lugar seguro para ela valer mais.



Quem está por trás
Sergio Cruz, fundador do Panderoh, trabalhou décadas ajudando grandes bancos a operar melhor.
Agora, usa esse conhecimento para construir algo diferente: uma solução que nasce do coração das comunidades brasileiras e devolve dignidade financeira para quem mais precisa.
“Decidi usar meu conhecimento do sistema para apoiar quem sempre esteve fora dele.”
“Decidi usar meu conhecimento do sistema para apoiar quem sempre esteve fora dele.”